O que faz um Professor de Matemática (no Ensino Superior)

Profissionais exercendo a profissão de Professor de Matemática (no Ensino Superior) lecionam matemática, estatística e computação, realizam pesquisas, produzem trabalhos acadêmicos em sua área de competência, orientam alunos, planejam e implementam cursos e disciplinas, avaliam desempenho do aluno, de programas e instituições. Coordenam atividades acadêmicas e científicas. Podem prestar assessoria nas áreas técnica e científica e colaborar em atividades institucionais.

Algumas das principais funções da profissão

  • Coordenar eventos científicos;
  • Organizar atividades práticas (sala de aula, campo e laboratório);
  • Dar concretude aos conceitos abstratos;
  • Orientar monografias de conclusão de curso;
  • Chefiar departamentos;
  • Manter-se atualizado;
  • Coordenar a política científica de bibliotecas;
  • Exarar pareceres técnicos para fins legais e outros;
  • Avaliar o desempenho funcional de seus pares;
  • Participar de bancas examinadoras de concursos e títulos acadêmicos;
  • Buscar e assimilar teorias e novas tecnologias;
  • Escrever livros técnicos, científicos e didáticos;
  • Revisar periodicamente a grade curricular;
  • Criar lista de discussão;
  • Recorrer a exemplos, conteúdos e aplicações de várias áreas do conhecimento;
  • Coordenar cursos de extensão;
  • Desenvolver software, algoritmos, programas, linguagens, sistemas operacionais e outros;
  • Orientar a vida acadêmica dos alunos;
  • Avaliar o desempenho do aluno;
  • Elaborar cursos de extensão;
  • Produzir textos didáticos;
  • Levantar questões a serem investigadas;
  • Escrever artigos técnicos científicos;
  • Atender extraclasse para esclarecimentos complementares;
  • Estabelecer parcerias com organizações da sociedade civil;
  • Desenvolver teorias;
  • Implementar laboratórios de ensino;
  • Integrar o corpo editorial de publicações científicas;
  • Divulgar na comunidade as atividades de matemática, estatística e computação;
  • Gerir projetos de ensino, pesquisa e extensão;
  • Elaborar cursos de aperfeiçoamento;
  • Dirigir unidades acadêmicas;
  • Reformular suas ideias;
  • Indicar livros, periódicos, revistas, software, anuários e manuais;
  • Relacionar teoria à prática;
  • Proferir palestras;
  • Definir o perfil do corpo docente e discente;
  • Participar da administração de associações científicas;
  • Orientar alunos monitores (graduandos);
  • Interpretar resultados;
  • Interagir com pesquisadores de outros grupos de pesquisa;
  • Preparar material suporte: didático, laboratório e outros;
  • Raciocinar logicamente: abstrair, analisar, sintetizar e concluir;
  • Assessorar, cientificamente, a organização de eventos;
  • Orientar alunos em atividade de iniciação científica;
  • Coordenar cursos de graduação;
  • Orientar estudantes para competições acadêmicas;
  • Coordenar cursos de pós-graduação;
  • Orientar estágios docentes (ped-capes);
  • Dar entrevistas a órgãos de imprensa sobre assuntos de sua especialidade;
  • Elaborar critérios para admissão de alunos;
  • Trabalhar interdisciplinarmente;
  • Realizar intercâmbios técnico-científicos;
  • Coordenar a política científica de laboratórios;
  • Co-orientar alunos em atividades de pesquisa e pós-graduação;
  • Coordenar grupos de trabalho em associações científicas;
  • Motivar o aluno para o aprendizado e para a pesquisa;
  • Escrever artigos de opinião na imprensa;
  • Coordenar projetos de pesquisa, ensino e extensão;
  • Traduzir livros e artigos técnicos, didáticos e científicos;
  • Disseminar resultados de pesquisa;
  • Orientar auxiliares de ensino (graduados);
  • Elaborar projetos;
  • Demonstrar criatividade;
  • Realizar visitas científicas;
  • Manifestar empatia;
  • Avaliar cursos de ensino superior para órgãos governamentais;
  • Implantar laboratórios;
  • Assessorar a elaboração de trabalhos acadêmicos;
  • Avaliar continuamente a qualidade de cursos e disciplinas;
  • Dominar sua área de conhecimento;
  • Orientar mestrandos;
  • Propor novos métodos de ensino;
  • Escrever resenhas;
  • Participar de comissões;
  • Investigar o estado da arte do tema proposto;
  • Elaborar o referencial teórico-metodológico da pesquisa;
  • Participar de eventos científicos;
  • Divulgar trabalhos em revistas e periódicos;
  • Buscar fontes de financiamento;
  • Trabalhar em equipe;
  • Demonstrar objetividade;
  • Projetar laboratórios de ensino;
  • Representar a categoria em órgãos colegiados;
  • Orientar doutorandos;
  • Produzir relatórios técnicos e de pesquisa;
  • Ministrar aulas presencialmente ou à distância;
  • Participar da administração de órgãos de classe;
  • Assessorar instituições de ensino superior na adequação de seus cursos aos parâmetros do mec;
  • Detectar novas possibilidades de aplicação dos resultados de pesquisa;
  • Empreender projetos em negócios;
  • Participar da organização de processos de seleção;
  • Diagnosticar necessidades técnicas de alunos e usuários da matemática, estatística e computação;
  • Preparar apresentações, demonstrações e exposições;
  • Disponibilizar ´on-line´ artigos, relatórios e software;
  • Idealizar planejamentos estatísticos de experimentos;
  • Disponibilizar material didático ´on line´;
  • Produzir vídeos científicos, didáticos e institucionais;
  • Emitir parecer para processos de convalidação de disciplinas e diplomas;
  • Coordenar disciplinas oferecidas simultaneamente à várias turmas;
  • Constituir grupos de pesquisa;
  • Preparar aulas e avaliações;
  • Participar de comissões de organização de eventos;
  • Orientar estágios de pós-doutorado;
  • Emitir pareceres técnicos sobre livros e artigos submetidos à publicação;
  • Assessorar profissionais de diversas áreas;
  • Utilizar correio eletrônico (e-mail);
  • Elaborar projetos pedagógicos;
  • Expressar-se com clareza, verbalmente e por escrito;
  • Editar livros e revistas;
  • Elaborar cursos de especialização;

Onde o Professor de Matemática (no Ensino Superior) pode trabalhar

Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior trabalham nas áreas da estatística, da computação, da matemática pura e aplicada e da pesquisa operacional, lecionando em faculdades e universidades públicas ou privadas, como estatutários ou assalariados com carteira assinada. Atuam, geralmente, de forma individual e em algumas atividades podem estar sujeitos ao estresse.

Como trabalhar de Professor de Matemática (no Ensino Superior)

O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após cinco anos de experiência.

Qual a formação mais comum para a profissão

A formação universitária mais comum para um Professor de Matemática (no Ensino Superior) é a formação em Matemática para entrar e atuar no mercado de trabalho atual.

Quanto ganha um Professor de Matemática (no Ensino Superior)

O Professor de Matemática (no Ensino Superior) tem um salário inicial de R$ 1.636,06 podendo chegar a R$ 14.548,65 dependendo da empresa e do tempo de experiência do profissional na área, sendo que R$ 9.804,60 é a média salarial da profissão em todo Brasil.

O piso salarial médio do cargo fica em torno de R$ 7.404,07 de acordo com instrumentos coletivos registrados por sindicatos da categoria na plataforma Mediador - Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho da Subsecretaria de Relações do Trabalho - SRT (acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios que citam Professor de Matemática (no Ensino Superior)).

Qual a jornada de trabalho do Professor de Matemática (no Ensino Superior)

O Professor de Matemática (no Ensino Superior) trabalha em média 29 horas por semana (145 por mês) no mercado de trabalho do Brasil.