O que faz um Orientador Sócio Educativo

Profissionais exercendo a profissão de Orientador Sócio Educativo visam garantir a atenção, defesa e proteção a pessoas em situações de risco pessoal,social e a adolescentes em conflito com a lei. Procuram assegurar seus direitos, abordando-as, sensibilizando-as e identificando suas necessidades e demandas. Controlam o acesso de pessoas e veículos em unidade penal e Conduzem presos ou internados para desenvolvimento de atividades culturais, esportivas, escolares, laborativas, recreativas e ressocializadoras,.

Algumas das principais funções da profissão

  • Notificar pessoas e entidades;
  • Demonstrar autocontrole;
  • Tomar decisões;
  • Agir sob pressão;
  • Despertar nos assistidos/usuários/educandos desejo para mudar de vida;
  • Realizar atividades recreativas e esportivas;
  • Avaliar reinserção dos assistidos/usuários;
  • Criar vínculos;
  • Convidar assistidos/usuários para participar de atividade socioeducativa;
  • Encaminhar assistidos/usuários / internos/ familiares a entidades e serviços;
  • Demonstrar criatividade;
  • Contornar situações adversas;
  • Trabalhar em equipe;
  • Demonstrar entusiasmo;
  • Receber demanda espontânea;
  • Mapear perímetros ou áreas;
  • Estabelecer cronograma;
  • Agendar visitas;
  • Dialogar com familiares e/ou vizinhança;
  • Avistar assistidos/usuários;
  • Construir hábitos;
  • Resgatar assistidos/usuários/ internos;
  • Mapear público-alvo;
  • Encaminhar documentação oficial;
  • Verificar denúncias;
  • Avaliar ações;
  • Analisar práticas;
  • Alterar estratégias;
  • Aconselhar mudanças de comportamento;
  • Realizar atividades voltadas para a espiritualidade;
  • Respeitar diferenças;
  • Abrir procedimento de atendimento;
  • Denunciar situação de risco;
  • Fazer devolutiva;
  • Estabelecer roteiro de visitas;
  • Inspirar confiança;
  • Fazer recâmbio de assistidos/usuários/educandos;
  • Assumir riscos;
  • Demonstrar facilidade de comunicação;
  • Analisar resultados;
  • Acompanhar reuniões socioeducativas;
  • Dialogar com assistidos/usuários/educandos;
  • Demonstrar pró atividade;
  • Despertar esperança;
  • Observar comportamento de assistidos/usuários/educandos/ internos;
  • Trocar experiências;
  • Monitorar comportamento;
  • Definir metas;
  • Aconselhar assistidos/usuários/educandos/ internos;
  • Preencher documentos;
  • Receber pedidos de ajuda da família;
  • Acompanhar assistidos/usuários/educandos/ internos a atendimentos;
  • Demonstrar flexibilidade;
  • Identificar direito violado dos assistidos/usuários/educandos/ internos;
  • Demonstrar capacidade de negociação;
  • Solicitar resgate de assistidos/usuários/ internos;
  • Acompanhar reinserção familiar e social dos assistidos/usuários;
  • Definir objetivos;
  • Levantar dados estatísticos;
  • Realizar atividades de lazer e cultura;
  • Definir rotina administrativa;
  • Elaborar relatórios de atendimento e acompanhamento;
  • Analisar casos;
  • Realizar acompanhamento pedagógico;
  • Definir metodologia de trabalho;
  • Aproximar-se dos assistidos/usuários;
  • Planejar eventos;
  • Demonstrar persistência;
  • Apontar alternativas;
  • Resgatar autoestima;
  • Observar necessidades de assistidos/usuários/educandos;
  • Realizar atividades artísticas;
  • Realizar visitas domiciliares;
  • Demonstrar capacidade de compreensão;
  • Demonstrar coragem;
  • Receber informações sobre violação de direitos;
  • Orientar assistidos/usuários/ internos/ familiares e educandos sobre e os direitos e/ou deveres;
  • Desenvolver dinâmica de grupo;
  • Desenvolver oficinas;
  • Conscientizar sobre riscos;
  • Atender solicitações dos assistidos/usuários/educandos/ internos;
  • Cadastrar assistidos/usuários/educandos/ internos;
  • Percorrer perímetros e áreas;
  • Identificar público-alvo;
  • Despertar aptidões, habilidades;
  • Buscar identificação e empatia;
  • Permanecer em estado de alerta;
  • Participar da elaboração de questionários;
  • Administrar conflitos;
  • Exercitar atividade de escuta;
  • Estabelecer parcerias com entidades públicas e/ou privadas;
  • Definir estratégias;
  • Pesquisar histórico familiar;
  • Realizar atividades pedagógicas lúdicas;
  • Participar da elaboração das normas;
  • Servir de exemplo;

Onde o Orientador Sócio Educativo pode trabalhar

Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei o trabalho é exercido em instituições ou nas ruas. As atividades são exercidas com alguma forma de supervisão, geralmente em equipes multidisciplinares. Os horários de trabalho são variados: tempo integral, revezamento de turno ou períodos determinados. Os trabalhores desta família ocupacional lidam diariamente com situações de risco,assistindo indivíduos com alteração de comportamento, agressividade e em vulnerabilidade.

Como trabalhar de Orientador Sócio Educativo

O acesso às ocupações da família é livre sem requisitos de escolaridade. No caso do Monitor de ressocialização prisional, exige-se segundo grau completo e curso básico. No caso dos socioeducadores, exige-se o segundo grau completo. Para a ocupação de conselheiro tutelar observa-se uma diversidade bastante acentuada no que diz respeito à escolaridade,que pode variar de ensino fundamental incompleto à superior completo.

Quanto ganha um Orientador Sócio Educativo

O Orientador Sócio Educativo tem um salário inicial de R$ 1.282,61 podendo chegar a R$ 2.324,89 dependendo da empresa e do tempo de experiência do profissional na área, sendo que R$ 1.667,56 é a média salarial da profissão em todo Brasil.

O piso salarial médio do cargo fica em torno de R$ 1.601,07 de acordo com instrumentos coletivos registrados por sindicatos da categoria na plataforma Mediador - Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho da Subsecretaria de Relações do Trabalho - SRT (acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios que citam Orientador Sócio Educativo).

Qual a jornada de trabalho do Orientador Sócio Educativo

O Orientador Sócio Educativo trabalha em média 40 horas por semana (200 por mês) no mercado de trabalho do Brasil.