O que faz um Enfermeiro de Bordo

Profissionais exercendo a profissão de Enfermeiro de Bordo prestam assistência ao paciente e/ou cliente, coordenam,planejam ações e auditam serviços de enfermagem e/ou perfusão. Os enfermeiros implementam ações para a promoção da saúde junto à comunidade. Os perfusionistas realizam procedimentos de circulação extracorpórea em hospitais. Todos os profissionais desta família ocupacional podem realizar pesquisa.

Algumas das principais funções da profissão

  • Orientar equipe para controle de infecção nas unidades de saúde;
  • Confrontar situação com as informações da legislação e normas;
  • Prescrever ações de enfermagem;
  • Acionar equipe multiprofissional de saúde;
  • Participar de campanhas de combate aos agravos da saúde;
  • Averiguar coerência do registro de enfermagem com patologia;
  • Definir estratégias de promoção da saúde para situações e grupos específicos;
  • Analisar a assistência prestada pela equipe de enfermagem;
  • Atender pacientes/clientes em domicílio;
  • Identificar áreas de risco;
  • Elaborar projetos de ação;
  • Prescrever medicamentos;
  • Orientar participação da comunidade em ações educativas;
  • Participar de programas e campanhas de saúde do trabalhador;
  • Realizar consultas de enfermagem;

Onde o Enfermeiro de Bordo pode trabalhar

Enfermeiros atuam nas áreas de saúde e serviços sociais. Exercem atividades em empresas públicas e privadas. A grande maioria dos enfermeiros possui registro em carteira, ao passo que os perfusionistas podem também atuar como autônomos e empregadores. Ambos trabalham em equipe, em ambientes fechados. Os enfermeiros se revezam por turnos (diurno/noturno), exceto os profissionais que atuam na Estratégia de Saúde da Família, que trabalham somente em horário diurno e com carga determinada em portaria específica. Os perfusionistas trabalham em horários irregulares. Os profissionais de enfermagem são predominantemente do sexo feminino, porém o número de profissionais do sexo masculino tem aumentado nos anos recentes. São expostos a riscos biológicos e - com exceção dos Enfermeiros Sanitaristas e do Trabalho - a materiais tóxicos, radiações, contaminação por materiais pérfuro-cortantes e estresse decorrente de lidar com vida humana. Os perfusionistas trabalham em posições desconfortáveis durante longos períodos e sob supervisão constante.

Como trabalhar de Enfermeiro de Bordo

A formação requerida para os enfermeiros é a de bacharelado e registro no Corem já para os perfusionistas requer-se formação em curso superior nas áreas de ciências biológicas ou da saúde e curso de especialização de 1400 horas. O exercício pleno das atividades, para os enfermeiros, ocorre após um a dois anos de experiência profissional, exceção feita àqueles que atuam na Estratégia de Saúde da Família, onde não há exigência de experiência anterior. Para ser um especialista na área, é recomendável que o profissional passe primeiramente por diferentes áreas de trabalho e posteriormente se especialize em uma delas. No caso dos perfusionistas, o exercício pleno das atividades ocorre após três a quatro anos de experiência profissional.

Qual a formação mais comum para a profissão

A formação universitária mais comum para um Enfermeiro de Bordo é a formação em Enfermagem com Especialização em Resgate e/ou Remoção e Transporte Aéreo para entrar e atuar no mercado de trabalho atual.

Quanto ganha um Enfermeiro de Bordo

O Enfermeiro de Bordo tem um salário inicial de R$ 1.286,58 podendo chegar a R$ 4.065,84 dependendo da empresa e do tempo de experiência do profissional na área, sendo que R$ 2.223,93 é a média salarial da profissão em todo Brasil.

O piso salarial médio do cargo fica em torno de R$ 2.253,15 de acordo com instrumentos coletivos registrados por sindicatos da categoria na plataforma Mediador - Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho da Subsecretaria de Relações do Trabalho - SRT (acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios que citam Enfermeiro de Bordo).

Qual a jornada de trabalho do Enfermeiro de Bordo

O Enfermeiro de Bordo trabalha em média 40 horas por semana (200 por mês) no mercado de trabalho do Brasil.

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